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A distância apenas nos mostra o bom que é estarmos juntos :)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

pessoinhas.

há pessoas que me irritam de verdade. pessoas que me irritam mesmo a sério, mas, se algum dia eu revelar os meus sentimentos por essas pessoas que não sabem viver a vida delas no seu lugar a alguém, serei repreendida. serei verbalmente maltratada e até poderei ser acusada injustamente de determinadas coisas, talvez. já acredito em tudo, mas não há certezas. certezas de nada mesmo. começo a tornar-me repetitiva, (muito repetitiva) com esta expressão, mas continuo apenas com uma única certeza: tenho colocado ou por colocar um universo de questões, mas encontro-me sem repostas. vejo-me e revejo-me num grande e infinito espaço, que acaba por se tornar finito, só para mim. coisas que são minhas, teoricamente, mas praticamente são mais de quem não são do que de quem são, se é que me faço entender. se é meu, porque me querem tirar? porque me tentam impingir dertas coisas que não estão, de forma alguma, ligadas com as minhas bases? eu entendo. porquê? porque me tentam pôr a fazer coisas que não gosto? porque me obrigam a sair do meu mundo para entrar no de outras pessoas? não quero. deixem-me. deixem-me sossegada no meu cantinho. não estou chateada com ninguém, estou apenas cansada de algumas carasm de algumas histeriquices, de algumas personalidades inventadas à pressão. vá, mas passou-me agora aqui um ventinho e já estou melhor, mais relaxada. o meu pai instalou a TV aqui fora e teve um trabalhão para pôr a TVI a dar, porque não dava. pff, montes de antenas e fios. estão todos sentados, refasteladinhos. tudo na sua paz. tudo na boa. tenho que deixar de me preocupar tanto com os outros, vou começar a ser mais egoista. assim, quem já diz que o su começa a ter razão. ou então continuo a ser a rii, a rii que já não está perdida, encontrou-se graças ao bffaee e à kiki. Vou ser o que me der na telha. desculpem lá qualquer coisinha.

don't worry, try to be happy.

(ainda bem que consigo escrever e transpor o que sinto sem que ninguém entenda as funções sintácticas das frases.)

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