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A distância apenas nos mostra o bom que é estarmos juntos :)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

-rita pereira-

Penso que tudo o que sou está expresso directa ou indirectamente no meu olhar, na minha forma de ser e de observar o mundo exterior. Não sou uma pessoa muito linear, se é que me faço entender. Revejo-me numa flor, particularmente numa rosa: fácil de despedaçar, tem o seu brilho, mas com espinhos, tem uma só cor, é frágil e dependente do meio envolvente. É algo pequeno, mas que desabrocha, evoluindo em diversos aspectos. Vou até onde o mar me levar. Deste modo, com maré vazia, sou capaz de mostrar os meus espinhos. Por outro lado, com maré cheia, mostro as minhas melhores e mais viçosas pétalas. Encontro-me, na minha opinião, num mundo de ‘’parvu-us’’, que fazem parte da maioria, que discriminam a minoria, ou seja, julgam-se superiores (tão superiores, esquecendo-se que quanto mais alto se sobe, maior é a queda) que podem chegar a esse ponto. Eu integro uma outra maioria que não discrimina a minoria. Não gosto, nem nunca gostei do Etnocentrismo. Não deixo um amigo ir abaixo (e tornam-se escassos estes amigos de quem falo) e tento preservar todo o verde ainda existente no globo terrestre. A gatinha … essa é a minha perdição … lenços, roupa, calçado … parte de mim. Não conheço ninguém que a transponha tão bem para o papel como o Né! Ele desenha a verdadeira Hello Kitty. Esta tem um valor sentimental para todos os que sabem o seu verdadeiro significado. Maior desejo? Que a minha vida seja como um lápis de minas.

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